Prefeitura de Palmas efetiva secretária executiva na Saúde após Operação Falsa Emergência

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Ana Paula dos Santos Andrade Abadia
Governo do Tocantins/Reprodução
A Prefeitura de Palmas efetivou Ana Paula dos Santos Andrade Abadia no cargo de secretária municipal de Saúde. A nomeação foi publicada no Diário Oficial do Município desta quinta-feira (9). Ela já respondia interinamente pela pasta desde junho, após o afastamento da então secretária durante a Operação Falsa Emergência.
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Com a publicação do Ato nº 794, Ana Paula passa a ocupar oficialmente o cargo de secretária municipal de Saúde. O ato revoga a designação que a mantinha como gestora interina da pasta e também formaliza sua exoneração do cargo de secretária executiva da Escola de Saúde Pública.
Ana Paula foi designada para responder cumulativamente pela Secretaria Municipal de Saúde em 10 de junho, um dia após a prisão da então secretária Dhieine Caminski durante a segunda fase da Operação Falsa Emergência.
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Relembre o caso
A Operação Falsa Emergência investigou supostas irregularidades na contratação da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Itatiba para administrar as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) Norte e Sul de Palmas.
A primeira fase da operação foi deflagrada em 21 de maio, quando a Polícia Civil cumpriu dez mandados de busca e apreensão em Palmas.
Em 10 de junho, a então secretária municipal de Saúde, Dhieine Caminski, e o então superintendente de Atenção à Saúde, Andreis Vicente da Costa, foram presos por determinação da Justiça. Na mesma operação, a empresária Cláudia Fernanda Cândido da Silva foi considerada foragida e se apresentou posteriormente.
Ainda no mês de junho, a Polícia Civil concluiu o inquérito e indiciou dez pessoas por suspeitas de fraude na contratação da entidade responsável pela gestão das UPAs, possível desvio de recursos públicos e associação entre agentes públicos e particulares.
Paralelamente, o Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO) manteve a suspensão cautelar do contrato de mais de R$ 139 milhões firmado sem licitação para administrar as unidades de saúde, determinando prazo de 60 dias para que a Prefeitura reorganize a prestação do serviço.
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Mari Silva é integrante do programa de estágio entre o Grupo Jaime Câmara e Universidade Federal do Tocantins (UFT), sob supervisão de Raphael Pontes.

Fonte: G1 Tocantins